Lionel Messi já começou a desenhar o que vem depois do fim da carreira como jogador. Mesmo ainda atuando em alto nível, o craque argentino demonstra que o pensamento está voltado para um novo tipo de protagonismo no futebol. Diferente de muitos ídolos que seguem o caminho de técnico, Messi é direto ao afirmar que não se vê comandando um time à beira do campo. Seu interesse está em algo mais amplo, estratégico e duradouro.

O sonho que realmente o empolga é ter o próprio clube, criado do zero, com identidade própria e visão de longo prazo. Para Messi, essa possibilidade representa a chance de construir um projeto sólido, que vá além de resultados imediatos e ajude a transformar vidas através do esporte.
Messi reconhece a importância dos treinadores, mas deixa claro que não sente conexão com a rotina da função. A pressão diária, a exposição constante e o papel operacional não despertam o mesmo interesse que a gestão. O que o motiva é pensar o futebol como um todo, participando das decisões estruturais e do crescimento de um clube desde a base.
Essa escolha revela muito sobre sua personalidade. Messi prefere construir nos bastidores, com impacto real e duradouro, em vez de buscar protagonismo imediato fora de campo.

O centro do projeto idealizado por Messi está na base. Dar oportunidades a crianças e jovens é uma das prioridades, criando um ambiente onde talento, educação e valores caminhem juntos. Essa visão reflete sua própria história, marcada por apoio, estrutura e paciência no desenvolvimento.
Para ele, um clube forte não nasce apenas de contratações caras, mas de um sistema bem pensado, capaz de formar atletas e cidadãos.
Mesmo sem se aposentar, Messi já vive esse processo na prática. Seu acordo com o Inter Miami inclui participação societária, permitindo que ele acompanhe de perto decisões esportivas e comerciais. Essa vivência funciona como um aprendizado essencial para o futuro.

Além disso, o envolvimento da família em projetos futebolísticos e parcerias com outros jogadores reforçam que esse plano não é recente nem improvisado.
Messi já conquistou tudo como atleta. Agora, o objetivo é outro. Ele quer deixar um legado fora das quatro linhas, ajudando a moldar o futuro do futebol. Ser dono de um clube representa continuar fazendo história, mas de uma nova forma.
Se dentro de campo ele foi genial, fora dele tudo indica que Messi quer ser lembrado como um construtor de oportunidades, alguém que ajudou o futebol a crescer muito depois do último apito final.
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