Romário mobiliza milhões por vítimas das enchentes em MG

Diante do cenário de destruição provocado pelas fortes chuvas que atingiram Juiz de Fora e Ubá, em Minas Gerais, o senador Romário decidiu usar aquilo que construiu ao longo de décadas de visibilidade pública: sua voz e seu alcance digital. Ídolo do futebol brasileiro, campeão mundial e atualmente parlamentar, ele transformou suas redes sociais em uma verdadeira ponte entre quem precisa de ajuda e quem pode contribuir.
As enchentes deixaram mortos, desaparecidos e centenas de famílias desalojadas. Casas foram invadidas pela água, comércios destruídos e bairros inteiros ficaram sob lama. Em meio à dor coletiva, Romário publicou mensagens diretas convocando seus mais de 7 milhões de seguidores a agir. “Todo tipo de ajuda é importante nesse momento. Cada um ajuda como pode”, escreveu, reforçando que a mobilização precisa ser ampla e contínua.
A postura do senador vai além de um simples compartilhamento. Ele tem incentivado doações, divulgado pontos de arrecadação e pedido que a informação circule. Para ele, solidariedade não pode ser apenas um sentimento precisa virar atitude prática. Ao utilizar sua visibilidade, amplia o alcance das campanhas locais e chama atenção nacional para a gravidade da situação em Minas Gerais.
Essa não é a primeira vez que Romário se posiciona diante de uma crise humanitária. Ao longo de sua trajetória pública, ele já se envolveu em diferentes ações sociais. Durante a pandemia de Covid-19, por exemplo, atuou na articulação para envio de cilindros de oxigênio a Manaus, quando o sistema de saúde local entrou em colapso. Naquele momento, também defendeu que quem tem influência deve utilizá-la para salvar vidas.
Agora, nas enchentes mineiras, o discurso segue a mesma linha. “Quando a gente tem voz, alcance e milhões de pessoas que escutam o que a gente fala, não podemos ficar em silêncio”, afirmou. A declaração reforça a ideia de responsabilidade social associada à visibilidade pública.

Entre as instituições afetadas está o tradicional Asilo São Vicente de Paulo, em Ubá, que também enfrenta dificuldades estruturais após as chuvas. O local abriga idosos que dependem de assistência constante. Romário destacou a importância de apoiar espaços como esse, lembrando que a tragédia atinge principalmente os mais vulneráveis, crianças, idosos e famílias que já viviam em situação delicada.
A mobilização nas redes tem impacto direto na capacidade de resposta. Quanto maior o engajamento, maior a chance de que doações cheguem rapidamente a quem precisa. Além de recursos financeiros, são necessários alimentos não perecíveis, água potável, roupas, produtos de higiene e materiais de limpeza. O cenário exige reconstrução física e também apoio emocional.
Especialistas em gestão de crises apontam que figuras públicas podem desempenhar papel fundamental nesses momentos. Ao emprestar credibilidade e alcance às campanhas, ajudam a ampliar a conscientização e pressionam por respostas mais rápidas das autoridades competentes. No caso das cidades mineiras, a visibilidade nacional também favorece a chegada de ajuda de outros estados.
Romário tem insistido que a corrente solidária não pode esfriar com o passar dos dias. Tragédias climáticas costumam sair rapidamente do noticiário, mas as consequências permanecem por meses ou anos. Reconstruir casas, recuperar documentos e retomar atividades econômicas demanda tempo e recursos contínuos.

A atitude do senador evidencia como redes sociais podem ser usadas como ferramentas de mobilização coletiva. Em vez de debates polarizados, o espaço digital se transforma em canal de união. Ao convocar seguidores, ele reforça que cada contribuição, pequena ou grande, faz diferença concreta na vida de quem perdeu tudo.
Em meio à lama e ao luto, o apelo é claro: transformar comoção em ação. Para Romário, ajudar não é gesto pontual, mas compromisso permanente. E, diante de uma das piores tragédias climáticas recentes em Minas Gerais, sua mensagem ecoa como convite direto à solidariedade ativa, aquela que sai da tela e chega até quem mais precisa.
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